Em 13 de outubro, o Brasil celebra o Dia do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional, profissionais dedicados à reabilitação e à promoção da autonomia e mobilidade, impactando diretamente na qualidade de vida dos pacientes.
Na rede de saúde, terapeutas ocupacionais desempenham um papel fundamental, como Evanilse Sales, que atua na neonatologia do Hospital Infantil Albert Sabin (Hias). Com 24 anos de experiência, Evanilse se dedica ao cuidado de recém-nascidos e prematuros, priorizando o toque com permissão, como forma de humanizar o tratamento. Seu trabalho vai além da estimulação motora, abrangendo o neurodesenvolvimento, o vínculo materno e a organização sensorial dos bebês. Métodos como o “canguru” são utilizados para promover o contato pele a pele entre pais e filhos, proporcionando segurança e estabilidade aos recém-nascidos.
No Hospital Geral Dr. Waldemar Alcântara (HGWA), a terapeuta ocupacional Viviane Coutinho utiliza a música como ferramenta de reabilitação. Com mais de 20 anos de experiência, Viviane integra a sonoridade em seus atendimentos, promovendo relaxamento e expressão emocional. Seu trabalho é voltado para mães de recém-nascidos internados, fortalecendo o vínculo entre mães e bebês.
O Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (HM) também conta com a atuação de terapeutas ocupacionais. Andréa Veloso, que atua no HM desde 1986, acompanha pacientes que serão submetidos a cirurgias cardíacas. Seu trabalho busca ressignificar o período de internação, promovendo autonomia, autoestima e equilíbrio emocional. Através de oficinas e atividades manuais, os pacientes encontram um espaço de acolhimento e expressão.