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O Ceará é palco do 1º Encontro Nacional sobre Crimes Cibernéticos e Fraudes Digitais, que se estende até sexta-feira (31). O evento, realizado no Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), em Fortaleza, reúne representantes da segurança pública, do setor financeiro e de grandes empresas de tecnologia, visando aprimorar estratégias contra delitos virtuais.

A Polícia Civil do Ceará (PCCE), em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), promove o encontro. Durante a abertura, o delegado-geral da PCCE e presidente do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (Concpc), Márcio Gutiérrez, formalizou a adesão do estado à Rede Nacional de Enfrentamento aos Crimes Cibernéticos (Rede Ciber), criada em junho de 2025 pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

A adesão à Rede Ciber é vista como um marco para a integração das forças de segurança no combate aos crimes virtuais. Segundo o delegado-geral da PCCE, essa união facilitará a troca de informações e o desenvolvimento conjunto de metodologias e operações.

Um representante do Ministério da Justiça ressaltou a importância da adesão, mencionando que a Rede Ciber visa combater a migração dos crimes para o ambiente virtual, intensificada após a pandemia. A integração proporcionará benefícios como o desenvolvimento de sistemas, o recebimento de equipamentos e o fortalecimento do laboratório cibernético da Polícia Civil.

O evento conta com a participação de diversas autoridades, incluindo representantes do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE), da Polícia Federal, da Senasp, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), do Ministério Público do Ceará (MPCE) e da Brasileira de Inteligência (ABIN).

A programação do primeiro dia incluiu palestras sobre o papel da Rede Ciber no sistema de inteligência da segurança pública e sobre o enfrentamento às fraudes eletrônicas e à lavagem de dinheiro. Empresas como Google, TikTok, Chainalysis, Mercado Livre, OLX, GM, Bradesco e Nubank também participam dos debates, destacando a importância da colaboração entre o setor público e o privado no combate aos crimes digitais.

O encontro prossegue com painéis sobre lavagem de dinheiro, uso de criptomoedas em atividades ilícitas, fraudes em transações digitais e a atuação conjunta entre instituições públicas e privadas no combate ao crime organizado virtual.

Fonte: www.policiacivil.ce.gov.br

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